O que é sustentabilidade?

A sustentabilidade tornou-se parte do nosso vocabulário devido a necessidade de se criar uma nova orientação ecológica. Apesar do termo parecer um modismo, seu conceito está longe de ser realmente compreendido pela maioria das pessoas. Você já parou pra pensar no que de fato é sustentabilidade?

Sustentabilidade é a definição das ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos sem comprometer futuras gerações. Ela está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente e ao utilizar recursos naturais de forma inteligente. A sustentabilidade tem aspectos muito mais amplos do que imaginamos. Além de questões ambientais, ela engloba fatores de dimensão econômica social.

Esta ideia não é nada nova, em 1987, a norueguesa Gro Brundtland deixou claro que a proposta não era apenas salvar a Terra, mas de tomarmos cuidado para não esgotar as fontes naturais do planeta. A preservação, novos hábitos e visões de qualidade de vida surgiram muitos anos depois, o que é uma consequência do que foi proposto por Gro.

De forma bem prática, devemos considerar que o conceito de sustentabilidade trouxe um equilíbrio entre o meio ambiente e a humanidade, já que corremos um alto risco de não possuir todos os benefícios que recebemos atualmente de forma natural. É a reflexão coletiva que estamos criando neste tempo que irá permitir que futuras gerações aproveitem tanto quanto nós o que a natureza disponibiliza.

Para fazer a sua parte não basta apenas separar o lixo ou economizar água, estes exemplos são sim fundamentais, mas não únicos. No seu dia a dia, você utiliza muitos objetos e produtos, mas quantos deles você conhece a procedência? A sua mesa foi feita de madeira ecológica seguindo todas as normas necessárias? São das empresas que devem surgir maior comprometimento e responsabilidade. Certifique-se, informe-se, pesquise e pergunte, pois isso sim fará uma grande diferença e é dessa forma que poderemos construir aos poucos, um mundo mais sustentável.

Construção sustentável custa mais caro?

A adoção de soluções ambientalmente sustentáveis na construção não acarreta em um aumento de preço, principalmente quando adotadas durante as fases de concepção do projeto. Em alguns casos, podem atéreduzir custos. Ainda que o preço de implementação de alguns sistemas ambientalmente sustentáveis em um edifício verde gere um custo cerca de 5% maior do que um edifício convencional, sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e ocupação do imóvel.

Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.

O estudo inglês Costing sustainability, “How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings (2004)”, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.

“A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.”

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“Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos”

Os dez erros mais comuns na decoração

Decorar uma casa não é tarefa fácil, tanto que existem profissionais especializados em tornar este trabalho menos árduo. Mas se você pretende apostar nos seus conhecimentos sobre o assunto, confira quais são os dez itens que podem arruinar um ambiente, segundo decoradores de interiores.

1) Flores artificiais – Em geral, flores artificiais aparentam ser de mentira. Flores naturais são caras, sensíveis e estragam rápido. Uma solução para este impasse é optar por espécies de baixa manutenção plantadas em vasos. Elas ficam bonitas por boa parte do ano e, com sorte, você terá flores desabrochando na primavera.

2) Estilos diferentes – Normalmente, o excesso de objetos tende a dar a impressão que você não sabe de fato aquilo que gosta e aumenta a chance de exibir peças não tão legais assim. Faça uma edição em suas coleções e tente guardar itens que você já não gosta mais.

3) Invista nas cores – Como já foi tratado em muitas de nossas reportagens, ambientes decorados apenas com cores neutras podem ser elegantes, mas as chances de que eles sejam tediosos também aumentam. As cores certas podem transformar um ambiente e se der errado você sempre pode pintar com uma nova tonalidade por cima.

4) Tamanho dos móveis – Fique atento no tamanho do mobiliário que você escolhe para a sua casa. Evite móveis grandes, porque reduz a circulação das pessoas e o cômodo tende a parecer menor. Mesma coisa para o excesso de móveis ou uma má distribuição deles. Para evitar, nunca esqueça de medir os móveis na loja e testar em casa com fita adesiva. Para acertar na disposição, vale se inspirar em ambientes semelhantes aos que você tem em casa em sites e revistas.

5) Móveis desconfortáveis – Antes de comprar camas, cadeiras, poltronas e sofás, tenha em mente que por mais lindos que eles sejam, serão móveis onde você deverá usar em seus momentos de relaxamento. Ou seja, eles devem ser extremamente confortáveis. Antes de levar, teste bastante, procure a opinião de quem possui móveis similares.

6) Tapetes – O tapete deve ter tamanho suficiente para delimitar e definir áreas dentro de um ambiente. Ele não pode ficar ilhado entre sofás, atrapalhar a movimentação de cadeiras ou tampar toda a área disponível do piso. Lembre-se, ele é um tapete, não um carpete.

7) Moda – É preciso ter muita cautela com itens que viram febre em determinada época. Em muitos casos, a moda vai passar e o objeto passa a ter uma posição ruim dentro da decoração. Por isso, vale tomar cuidado om modismos na hora de comprar itens mais duráveis como iluminação, acabamento, louças e móveis.

8) Bagunça à vista – Desorganização pode estragar todo o trabalho que você teve para escolher móveis, acabamentos e itens para casa. Invista em organizadores, armários, estantes e espaços de armazenamento para tirar a bagunça do alcance dos olhos.

9) Presentes – Por mais que a intenção tenha sido boa, aquele presente que você odeia e só mantém por educação não fazem nada por você. Repasse o presente, venda ou doe para a caridade. A sua casa deve ser um espaço para abrigar as coisas que você gosta e que tem a ver com você.

10) Fios – Onde há um emaranhado de fios, há uma decoração com o potencial de ser melhorada. Se o móvel não tem valor inestimável, vale providenciar uma furação para não deixar os cabos à vista. Para organizar cabos que dificilmente são acessados, compre ganchos para direcioná-los pela parede. Para cabos que são acessados ocasionalmente, organizadores disponíveis em vários materiais como plástico já amenizam o problema. Para organizar cabos acessíveis o tempo todo, organizadores de velcro dão conta do recado.

Por: Fabiano Motta

Obra sustentável | Como ter uma construção leve

Entre as diversas opções de construção sustentável, uma tendência que é muito utilizada nos Estados Unidos e agora chega ao Brasil é a construção leve, feita com produtos com peso reduzido em comparação aos de uma obra comum. Apesar de mais leves, os materiais são duráveis e resistentes o suficiente para suportar o clima tropical do nosso país.

A herança cultural portuguesa faz com que muitos acreditem que, para ser boa, uma casa precisa ser dura e pesada, com muros de alvenaria e telhados de cerâmica. Porém, o cenário está mudando e o mercado de construção civil oferece novas alternativas que, aos poucos, vêm sendo incorporadas. Exemplo disso são as paredes de gesso (drywall), que pesam seis vezes menos que uma parede de tijolos e geram muito menos entulho, trazendo praticidade para a obra ou reforma.

O mesmo acontece com os telhados. Cada vez mais, as telhas de cerâmica vêm sendo substituídas pelas de fibra vegetal. Enquanto uma telha de cerâmica pesa em média 35 quilos, as de fibra vegetal, pesam apenas 3,9 quilos por m².

Os materiais não sobrecarregam a estrutura do imóvel e há uma redução substancial nos custos com mão de obra e transporte – a economia chega a 25%! – uma vez que, por conta do pouco peso, são necessários menos caminhões para transportar as telhas. A instalação é mais fácil e rápida, o que acaba tornando a obra mais limpa e, consequentemente, sustentável.

Além da Design Duo, trabalhamos com outras diversas opções de telhados leves e para diferentes usos e uma série de acessórios, como espigões e passarinheiras.

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Para quê serve uma claraboia?

A claraboia parece uma janela colocada no teto da obra. Trata-se de uma peça que proporciona uma abertura na laje superior da construção, iluminando e, muitas vezes, ventilando o ambiente. Mas você sabe para quê realmente serve uma clarabóia?

Muitas pessoas imaginam que a claraboia é apenas uma alternativa para a falta de janelas. No entanto, poucos sabem que a abertura superior ilumina até oito vezes mais que uma janela do mesmo tamanho. Dessa forma, ela pode ser uma grande aliada na decoração de um ambiente bem iluminado.

A maioria das claraboias podem ficar abertas, o que possibilita, além da iluminação do ambiente, a ventilação. Dependendo da sua abertura, ela também pode ser usada para facilitar o acesso ao telhado em caso de manutenção.

É bom lembrar que além dos ambientes que não possuem janelas, como banheiros ou corredores internos da casa, qualquer cômodo pode ser iluminado com uma claraboia. Salas de estar e quartos ficam muito confortáveis, claros e arejados com esse tipo de ventilação. Além disso, as claraboias são uma forma de economizar energia e ajudar na preservação do meio ambiente, já que é uma alternativa para a iluminação da casa durante o dia.

E aí, que tal acrescentar uma claraboia no telhado da sua casa?

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Construção de casa sustentável

Sustentabilidade é um assunto que está em alta hoje em dia. Muitas pessoas falam sobre a importância de usar recursos naturais com cautela, praticar a reciclagem e ter atitudes sustentáveis. O cuidado com o meio ambiente pode começar em casa, pequenas mudanças para ter um lar mais sustentável podem fazer toda a diferença, desde que cada um faça sua parte.

Aproveitar todos os benefícios da natureza e aliar arquitetura e decoração pode resultar em projetos de casas ecologicamente corretas incríveis. Muito mais do que apenas um lar ou ambiente, este modelo se torna uma opção e estilo de vida que proporciona condições favoráveis a todos.

As luzes naturais, reaproveitamento de materiais e água, adaptação de espaços são alguns pontos que devem ser considerados para uma casa ser considerada sustentável. Vale lembrar que esta não é apenas uma tendência ou moda mundial, mas sim, uma necessidade e, possivelmente, uma obrigação de cada pessoa para contribuir por um mundo muito mais saudável.

Para cumprir sua parte é importante destacar que não basta apenas obter um modelo de residência deste tipo, é preciso incorporar hábitos que também traduzam isso. Como a separação de lixos, evitar desperdício de água ou deixar luzes acesas sem necessidade. Ter uma casa sustentável é firmar o seu compromisso com uma qualidade de vida melhor.

Quem possui ou está interessado em ter uma casa sustentável conta com algumas ajudas proporcionadas pelo avanço da tecnologia e dos estudos para residências deste tipo. Torneiras e lâmpadas com sensores, painéis solares, telhas ecológicas, cisternas e sistemas de reuso são alguns exemplos. Agora que você já conhece alguns recursos para ter uma casa sustentável, mãos à obra!

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