Como ter lucro investindo em imóveis

Você mesmo pode investir diretamente em imóveis. Pode formar um grupo de amigos e parentes para empreender neste setor. Mesmo com rumores de bolha imobiliária para 2015, você precisa estar preparado para ir às compras quando os preços caírem. Momentos de baixa geram ótimas oportunidades de compra.

Pensando nisto resolvi escrever algumas dicas importantes abaixo.

1. Investir em terrenos
Eles são grandes geradores de riqueza. Eu conheci um aposentado que em 1997 investiu 10 mil reais em um terreno. Em 2012 ele vendeu este mesmo terreno 1.5 milhões de reais para uma construtora.

Se tivesse aplicado em CDB teria atingido R$ 118 mil, na poupança não passaria de R$ 39 mil nestes 15 anos de aplicação.

Investir em terrenos no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teria qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

2. Investir em imóveis na planta
Nos últimos 4 anos, muita gente comprou imóveis na planta pagando apenas 20% a 30% do seu valor para revendê-los 1 ou 2 anos depois do início das obras com enormes ganhos.

Isto é possível com o uso da técnica que permite multiplicar a rentabilidade através de endividamento.

É necessário saber avaliar o imóvel corretamente. Nem todo imóvel na planta é realmente vantajoso quando se pretende vendê-lo antes da entrega das chaves para lucrar com o ágio.

3. Investir em imóveis usados
É no meio da lama que encontramos os diamantes. Neste exato momento, milhares de imóveis usados estão encalhados nas imobiliárias. São apartamentos e casas desprezados pelo consumidor final.

O investidor preparado é capaz de identificar estas oportunidades, lapidar estes imóveis e depois vendê-los com enorme retorno no curto prazo.

Este assunto é tão interessante que escrevi um longo capítulo sobre ele no meu livro.

4. Investir em imóveis para locação
O segredo da locação está na escolha correta dos imóveis. Existem ótimas oportunidades em segmentos diferentes como imóveis populares, flats, salas comerciais, lojas, galpões, casas de veraneio e hotelaria.

É importante conhecer cada um destes negócios. A melhor opção de investimento em alugueis pode depender das características da cidade onde você mora e do seu perfil de investidor.

5. Construir imóveis para vender ou alugar
Aqui temos outra máquina de multiplicar patrimônio. Quando você compra um imóvel pronto está pagando o custo de construção e o lucro de quem construiu. E acredite, este lucro é absurdamente alto.

Eu conheço um pequeno comerciante que antes de se aposentar comprou um terreno em um bairro pobre da cidade. Ele construiu um imóvel de 3 andares com 9 pequenos apartamentos. Ele investiu R$ 500 mil no terreno e na obra.

Antes das obras terminarem, já tinha alugado os 9 apartamentos por R$ 560 cada um. Ele conquistou uma ótima aposentadoria. O investimento garante um retorno superior a 1% ao mês e o prédio vale hoje mais de R$ 1 milhão.

Este tipo de investimento é muito praticado pelos investidores. No meu livro, apresento outro exemplo muito semelhante e dou diversas dicas sobre construir para alugar.

6. Investir com segurança
Investir em imóveis pode ser arriscado se antes você não investir em conhecimento. Comprar um imóvel não é como comprar um automóvel em uma concessionária.

O PROCON e a Justiça estão lotados de processos contra imobiliárias, incorporadoras e construtores.

Grandes empresas do mercado estão envolvidas em casos de desrespeito ao consumidor. E o que mais gera estes problemas é a falta de informação. Hoje em dia é barato comprar informação, só não se informa antes de investir quem não quer.

7. O valor de um imóvel depende do seu uso
Existem muitos imóveis próximos de você que estão sendo subutilizados.

Existem imóveis residenciais que são péssimos investimentos se forem adquiridos para uso residencial e ótimos se forem transformados em imóveis comerciais.

A situação contrária também pode acontecer. O investidor informado e preparado é capaz de identificar este tipo de oportunidade difícil de ser percebida pelo consumidor comum.

8. Investir com pouco dinheiro é possível
Você não precisa ter muito dinheiro para investir no mercado imobiliário. Tem até quem invista sem ter nenhum dinheiro através de imóveis financiados e adquiridos através de consórcio.

O uso da alavancagem na aquisição de lotes dentro de condomínios e imóveis na planta são ótimas estratégias para diversificar seus investimentos em imobilizar muito dinheiro.


9. Investir usando a razão e não a emoção
Enquanto a maioria das pessoas compra imóveis de forma emocional, movidas pelo impulso, pelos apelos visuais e sentimentais, o investidor trabalha racionalmente.

Transformar terrenos cheios de mato em um pedaço do paraíso é a especialidade dos investidores.

Para um investidor preparado não existe imóvel ruim, não importa se ele está dentro de uma favela ou no bairro mais nobre da cidade. Um bom imóvel para investimento não precisa ser bonito e bem localizado, ele precisa dar lucro.

10. Forme um grupo de investimento
Você tem um amigo advogado? Tem outro amigo que é engenheiro ou arquiteto? Você entende de finanças? Porque você não reúne seus amigos e cria seu próprio fundo de investimentos imobiliários?

Juntos, vocês são grandes e no mercado imobiliário isto faz diferença.

Existem grupos de amigos que se unem para comprar empreendimentos inteiros a preço de banana devido ao seu poder de barganha.

Outros preferem se unir para construir e depois alugar.

Muitos loteamentos, prédios comerciais e conjuntos habitacionais são fruto de investimentos de pequenos investidores.

Quantas oportunidades você já não perdeu na sua cidade nos últimos anos por falta de conhecimento?

Por Rafael Seabra

Preço do m² na construção civil em 2015

Como calcular  é o assunto que você está procurando? Então saiba que existe um cálculo capaz de descobrir quanto será gasto na obra. A estimativa de valores procura ser o mais próxima possível do real.

Construir a casa é o sonho de muitas pessoas. Elas optam pelo financiamento imobiliário ou juntam dinheiro por vários anos para dar início à obra. No entanto, antes de começar a construção, é fundamental elaborar um orçamento. Um conceito muito utilizado para descobrir estes valores é o cálculo do metro quadrado na construção.

Depois de elaborar o projeto e realizar o orçamento, o arquiteto tem condições de definir o valor do m2 por construção. Ao revelar o custo, o cliente costuma se assustar e quer encontrar boas justificativas. Se você está passando por uma situação semelhante, então se aprofunde sobre o tema “Preço m2 construção 2015: Como calcular”.

O custo de uma construção por metro quadrado depende do que foi determinado no projeto. As preferências do proprietário interferem muito no final desta conta. Por exemplo, haverá uma diferença expressiva no cálculo se ele optar por um piso de porcelanato ao invés do cerâmico, pois o material é muito mais caro.

O preço m2 construção 2015, como já aconteceu nos anos anteriores, será estimado com base no Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil do IBGE. O levantamento é feito relacionando as despesas com materiais e mão de obra.

Em junho de 2014, o custo por m2 da construção civil caiu 0,59%. Diante deste resultado, o custo nacional passou para R$ 891,73 (considerando R$ 489,58 de materiais e R$ 402,15 de mão de obra).

Custo Unitário Básico
O custo de obra por m2 é feito por meio do CUB – Custo Unitário Básico, cuja metodologia é regida pela ABNT. A Lei Federal 4.591 de 16 de Dezembro de 1964 determina que todos os sindicatos da área de construção civil atualizem os valores unitários de construção a cada 5 meses.

Para calcular o valor do m2 por construção é preciso levar em conta todas as informações presentes no projeto-padrão. O número de pavimentos, número de cômodos e padrão de acabamento são alguns fatores relevantes no cálculo.

Se você quer saber mais sobre “Preço m2 construção 2015: Como calcular”, então converse com o arquiteto responsável pelo seu projeto. Ele vai explicar como os valores são calculados.

Neste link disponibilizamos uma tabela com estimativas por região, confira aqui.

Quanto custa construir uma casa


O índice inclui os gastos com materiais e mão de obra necessários para construir um sobrado de 227,47 m2, com acabamento de padrão simples, médio ou luxo.

Os números não abrangem custo de projetos (que varia de 5 a 12%), gerenciamento e fiscalização da compra de materiais feitos por arquiteto, engenheiro ou empreiteiro (entre 10 e 20%), elaboração e execução de paisagismo e serviços complementares.

Nos padrões simples e médio, o sobrado tem estrutura de concreto e paredes de tijolo cerâmico furado e tijolo cerâmico maciço. No luxo, de tijolo maciço. De um para outro, também variam os acabamentos.

Índice A&C Janeiro de 2015: quanto custa construir em cada região.
Preços em reais, por m², referente ao mês de dezembro de 2014.

Confira também: Como construir de maneira correta e segura

Por Marcio Moraes, Arquiteto

Dicas para construir um imóvel sustentável

O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de um modelo que permita à construção civil enfrentar e propor soluções aos principais problemas ambientais de nossa época, sem renunciar à moderna tecnologia e à criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários.

O que é Construção Sustentável?

Construção Sustentável é um sistema construtivo que promove alterações conscientes no entorno, de forma a atender as necessidades de edificação e uso do homem moderno, preservando o meio ambiente e os recursos naturais, garantindo qualidade de vida para as gerações atuais e futuras.

Veja 45 Dicas para Construir uma Casa Mais Sustentável

  1. Locais pouco expostos ao vento, em particular aos ventos no Inverno
  2. Locais com protecção natural contra o vento, como encostas ou conjuntos de árvores
  3. Terrenos não sombreados por outros edifícios
  4. Ruas com pouco trânsito automóvel
  5. Locais com acesso a transportes públicos
  6. Perto do local de trabalho, podendo assim poupar no uso do automóvel
  7. Perto de comércio local
    Integração no local
  8. Utilizar pavimentação exterior que possibilite a fácil infiltração e drenagem da água
  9. Manter os espaços verdes para permitir a evapotranspiração do solo
  10. Evitar o uso de pavimentos betuminosos
  11. Escolher plantas e árvores que se integrem no local
    Desenho da casa
  12. Orientar a casa com a fachada maior a Sul
  13. As divisões com a maior utilização orientadas a Sul
  14. As janelas sombreadas pelo exterior, a Sul e principalmente a Poente
  15. Janelas pequenas viradas a Norte
  16. Evitar grandes áreas de janelas
  17. Uma boa iluminação natural em todas as divisões da casa
  18. Janelas em paredes opostas da casa para permitirem ventilação transversal
    Construção da casa
  19. Prefira materiais de origem local, como pedras e outros
  20. Materiais de origem reciclada
  21. Materiais certificados ambientalmente
  22. Materiais que possam ser renováveis
  23. Não se esqueça que os materiais têm um tempo de vida limitado e que terão um dia de ser substituídos, opte por soluções de fácil renovação
  24. Madeiras de origem certificada, geralmente com origem em florestas controladas
  25. Isolamento térmico adequado à região, poderá consultar o valor no RCCTE
  26. Caixilharias e vidro que promovam a redução da transmissão de calor e frio
  27. Caixilharias que permitam ventilarem a casa facilmente
  28. Isolamento junto ao solo com materiais que não apodreçam com a humidade
  29. Cores claras na fachada e cobertura
  30. Evitar tintas no interior que emitam COV’s (compostos orgânicos voláteis)
    Equipamentos
  31. Lâmpadas de baixo consumo
  32. Candeeiros com regulação da intensidade de luz
  33. Sensores de movimento em zonas comuns do prédio
  34. Electrodomésticos de baixo consumo energético e de água
  35. Aquecimento com equipamentos que utilizam materiais renováveis, como a madeira ou derivados da madeira (biomassa, pelletes)
  36. Arrefecimento com ventoinhas de tecto e/ou equipamentos energeticamente eficientes
  37. Torneiras em que possa ser regulada a quantidade do fluxo de água
  38. Torneiras termostáticas, i.e. com escolha da temperatura desejada
  39. Autoclismos com capacidade entre 4 a 6 litros
  40. Cisternas para aproveitamento de águas pluviais para a rega dos espaços verdes
    Energias renováveis
  41. Colectores solares térmicos para aquecimento de águas
  42. Colectores solares fotovoltaicos para micro-produção de electricidade
  43. Míni-turbinas eólicas para micro-produção de electricidade
    Resíduos
  44. Contentores ou depósitos com separação de resíduos domésticos
  45. Contentores com aproveitamento de resíduos orgânicos na produção de adubo para os espaços verdes. Por EcoArkitekt

Construção pelo sistema PVC/Concreto

O sistema é constituído por painéis de PVC preenchidos com concreto e aço estrutural, que servem de fôrma e de acabamento para as paredes, podendo eliminar pintura ou outros revestimentos. Trata-se de um sistema industrializado e modular, constituído por painéis verticais, encaixados por sistema de guias (macho-fêmea). Sua origem é canadense. Foi desenvolvido para projetar e construir de forma simples e industrializada vários tipos de edificação.

Pontos de destaque

  • Menor investimento em revestimento
  • Rapidez de execução
  • Produção em média e grande escalas
  • Alta Produtividade com equipes reduzidas
  • Obra limpa, sem entulho e sem desperdício
  • Durabilidade
  • Facilidade de limpeza e manutenção no pós uso

Principais características

Sustentabilidade

  • Elevada durabilidade (> 50 anos)
  • Facilidade de limpeza (pano úmido) e conservação
  • Baixa manutenção (não necessita pintura)
  • Elevada resistência química e às intempéries
  • Proteção do aço e do concreto em ambientes agressivos
  • Excelente isolamento térmico e acústico
  • Painel de PVC é reciclável
  • Redução de resíduos na construção e de perdas incorporadas à obra
  • Menor consumo de água e energia na construção
  • Possibilidade de uso de concreto com diferentes agregados (borracha de pneu, casca de arroz, fibras naturais, resíduo de construção etc.) sem comprometer o acabamento e a durabilidade das paredes.

Economia

  • 80% de redução de perdas (entulho e perdas incorporadas)
  • Economia de até 75% no consumo de água na obra
  • Economia de até 75% no consumo de energia na obra
  • Redução de até 7% de área construída (menor espessura de parede)
  • Ganho de produtividade em até 40% (tempo total de obra)

Construção Industrializada

  • Redução de desperdícios e obra limpa
  • Facilidade de gerenciamento e padronização dos processos
  • Dispensável o uso de equipamentos pesados
  • Excelente padrão de acabamento
  • Eliminação de etapas construtivas do sistema convencional
  • Customização de projetos

 Aplicação prática

  • Visão da obra como um conjunto de sistemas articulados e não apenas um canteiro de serviço de transformação de materiais
  • Obra de montagem, reduzindo as improvisações e desrespeito ao projeto
  • Simplifica a licitação, gestão (processos e materiais) e execução
  • Permite novos arranjos produtivos, com maior pré-processamento e maior produtividade
  • Deve ser valorizada a gestão de processo de projeto
  • Maior controle de materiais e cronograma de execução
  • Menor necessidade de mão-de-obra especializada (ex: pintor e azulejista)
  • Possibilidade de ampliação com sistema convencional (blocos de concreto)
  • Resistência mecânica para fixações (grades, quadros, TV, micro-ondas etc.)
  • Possibilidade de diferentes acabamentos ( azulejo, pintura, textura etc.)

Particularidades do PVC

  • Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores
  • Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia)
  • Resistente à maioria dos reagentes químicos (materiais de limpeza)
  • Bom isolante térmico, elétrico e acústico
  • Sólido e resistente a choques
  • Impermeável a gases e líquidos
  • Longo ciclo de vida: superior a 100 anos
  • Não propaga chamas: é auto-extinguível
  • Reciclável
  • Fabricado com baixo consumo de energia