Governo anuncia medidas para facilitar compra de imóvel financiado

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira (20) medidas para facilitar a compra de imóveis financiados. O governo também vai facilitar a concessão do crédito consignado para trabalhadores do setor privado, além da retomada de garantias – como automóveis e caminhões – pelos bancos, em caso de inadimplência.

Segundo Mantega, o governo reduzirá a necessidade de ir a vários cartórios em busca de certidões. “A partir de agora, vamos concentrar em um único cartório, que vai dar todas. Isso dá segurança jurídica porque vai ter um panorama de todas as transações deste imóvel. Não tem possibilidade de furo. Vai simplificar a vida do comprador”, declarou. A decisão será implementada por meio de Medida Provisória a ser enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias.

Além disso, o governo também passará a permitir que as pessoas concedam imóveis já quitados como garantia para a compra de outra casa própria com recursos da poupança. “Poderá usar esse imóvel como garantia para levantar um financiamento. Poderá usufruir de um financiamento cuja origem é a poupança. O juro fica mais barato”, afirmou Mantega, acrescentando que a regulamentação se dará por meio de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Nessa modalidade de crédito, garantida pelo imóvel quitado, parte dos recursos da caderneta de poupança aplicados no mercado imobiliário poderá ser usado. O limite é de 3% dos recursos captados na caderneta de poupança. O crédito, além de poder ser usado para a compra de outra casa própria, também poderá ser usado para “qualquer finalidade”. A expectativa é que essa modalidade possa gerar até R$ 16 bilhões em novas operações.

Entretanto, nessa nova modalidade de crédito, garantida pelo imóvel, o cliente pode perder seu imóvel no caso de inadimplência. “O cliente não pode dar o mesmo imóvel como garantia para duas operações de crédito, ou alavancar operações com derivativos [mercado futuro], por exemplo”, acrescentou o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli.

Outra medida anunciada pelo ministro da Fazenda foi a criação de um novo tipo de título a ser emitido pelos bancos para obter recursos para financiar novas operações de compra da casa própria pela população. Esse novo papel será isento da cobrança do Imposto de Renda.

“Com as Letras Imobiliárias Garantidas, um novo título que está sendo lançado, a ser emitido pelas instituições que têm carteira de financiamento imobiliário, vamos permitir que essas instituições tenham ‘funding’ [acesso a recursos] adicional. Esse novo papel não paga Imposto de Renda. É mais garantido que outros títulos”, explicou Mantega, dizendo que a decisão será implementada por meio de Medida Provisória.

Crédito consignado
O ministro da Fazenda também anunciou medida para facilitar os empréstimos com desconto em folha para os trabalhadores do setor privado.

“Vai ter juros de crédito consignado. Hoje, os bancos não estão concedendo porque a folha pode mudar. Há o compromisso de permanecer no banco até pagar a conta”, explicou Mantega. Segundo ele, o limite de comprometimento da renda é de até 30%, e a decisão será implementada por meio de Medida Provisória.

De acordo com Caffarelli, do Ministério da Fazenda, o salário do trabalhador já entra, na conta corrente, com a dedução da parcela do empréstimo consignado. “É o patrão que extrai os recursos. Se mudar de emprego, o cliente vai continuar com a dívida com aquele banco. Parte da recisão pode ser usado para consignado. É um empréstimo que continua pagando normalmente”, declarou ele.

Retomada de garantias, como carros
De acordo com o ministro, também haverá um “fortalecimento” da garantia da alienação fiduciária, ou seja, da retomada de garantias no caso de inadimplência, como automóveis, motos, caminhões e tratores, por exemplo.

“Teve um período que aumentou a inadimplência do setor de automóveis. Inadimplência já caiu. Mesmo assim, instituições tiveram dificuldade de retomar o bem. Estamos criando uma modalidade em que o tomador do crédito opta em ter um crédito mais seguro. Ele dá uma autorização expressa de retomada do bem”, disse Mantega.

Segundo o Ministério da Fazenda, com essa nova autorização expressa por parte do tomador do crédito, a expectativa é de que o processo de retomada do bem, pelos bancos, passe a demorar de três a quatro meses. Atualmente, esse procedimento demora, em média, 18 meses.

“Esperamos que os bancos tenham mais apetite [por conceder empréstimos para automóveis]. Hoje, bancos trabalham de forma restritiva. Quando há dificuldade de retomada do bem, paga por isso o mau pagador e o bom pagador também”, disse Caffarelli, do Ministério da Fazenda.

Essa medida deverá ser incluída na MP 651, que já está no Congresso Nacional, e vale somente após a aprovação da medida pelos parlamentares e a sanção da presidente da República, Dilma Rousseff, informou o Ministério da Fazenda.

Simplificar cobrança de crédito em atraso
Outra medida anunciada pelo governo federal é a dispensa de cobrança judicial para as instituições financeiras poderem deduzir tributos no caso de operações de inadimplência.

Pelas regras atuais, os bancos têm de ajuizar ações na Justiça para débitos acima de R$ 30 mil para poderem lançar essas operações como prejuízo e, subsequentemente, solicitar abatimento de créditos tributários.

Com a mudança, será solicitada a ação judicial somente para débitos acima de R$ 50 mil, com garantia, e de R$ 100 mil – sem garantia. A decisão vale somente para operações inadimplentes a partir da publicação da Medida Provisória que regulamentará o assunto.

‘Economia vai bem’
As medidas são anunciadas em um momento de fraco nível de atividade. Mesmo assim, Mantega declarou que a economia vai bem. “A economia não está patinando. Está sólida. Temos praticamente o pleno emprego. Estamos com julho e agosto com gradual aquecimento. Tivemos a Copa que foi muito boa para o país, mas teve menos dias úteis. A inflação está sob controle, com preços de alimentos caindo. Mas o crédito tinha ficado muito contraído. Vai melhorar [com as medidas], mas é gradualmente”, avaliou ele.

O ministro acrescentou que as medidas são “regulatórias” e negou que elas tenham relação com as eleições presidenciais. “Nosso ritmo não é o ritmo político. As medidas são feitas na medida em que amadurecem. Discutimos muito antes de as medidas serem anunciadas. Antes da eleição, anunciamos medidas. Depois da eleição, continuaremos anunciando medidas. É um fluxo de medidas para aperfeiçoar o marco regulatório e dar confiança”, declarou.

Fonte G1 Alexandro Martello

 

Brasil é quarto no ranking mundial de construções sustentáveis

O Brasil já é o quarto país que mais ergue construções sustentáveis no mundo. É o que informa o Green Building Council (USGBC), maior órgão internacional de certificação do setor. Segundo Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil, o país já começa a despontar como um dos líderes desse mercado, “que vem crescendo muito nos últimos anos”.

Apesar de o primeiro prédio sustentável do Brasil ter sido registrado em 2004, somente em 2007 o conceito começou a ganhar força, lembrou Casado em entrevista à Agência Brasil. De 2007 até abril de 2012, o Brasil conta com um total de 526 empreendimentos sustentáveis, sendo 52 certificados e 474 em processo de certificação no USGBC. Até 2007, eram apenas oito projetos brasileiros certificados.

O ranking mundial é liderado pelos Estados Unidos, com um total de 40.262 construções sustentáveis, seguido pela China, com 869, e os Emirados Árabes Unidos, com 767. Marcos Casado lembrou que, nos Estados Unidos, esse processo começou 15 anos antes do que no Brasil.

“Eles já têm uma cultura toda transformada para isso e nós ainda estamos nessa etapa inicial de mudar a cultura e provar que é viável trabalhar em cima desse conceito na construção civil, que é um dos setores que mais causam impacto ao meio ambiente”, explicou o gerente técnico do GBC no Brasil.

Custo-benefício
Segundo Casado, já existe o engajamento do setor da construção nesse tipo de mercado, que se mostra bastante aquecido no país e no mundo. Além disso, ele destacou que há um conhecimento maior por parte das pessoas, devido aos benefícios que esse conceito acaba introduzindo na construção.

“Eles vão desde a economia dos recursos naturais e a redução dos resíduos, até a redução dos custos operacionais da edificação, depois do seu uso. Isso vem levando as construtoras e grandes empresas a adotar esse conceito”, argumentou.

Os chamados “prédios verdes” não têm, entretanto, nível de emissão zero de gás carbônico. “Mas a gente reduz muito esses impactos”, explicou o gerente. Em vários países do mundo, já existem prédios autossustentáveis, que geram a própria energia que consomem e neutralizam o carbono emitido. Essa tecnologia, entretanto, ainda não foi implantada no Brasil. “A gente está caminhando para isso. Acredito que, em breve, em cinco ou dez anos no máximo, a gente vai estar com esses edifícios também no Brasil”, projetou Casado.

Para os moradores de prédios sustentáveis, também há benefícios, ressaltou. “Para o usuário comercial ou residencial, a grande vantagem está no custo operacional, porque eu reduzo, em média, em 30% o consumo de energia, entre 30% e 50% o consumo de água, além de diminuir a geração de resíduos”.

O custo operacional fica, em média, entre 8% e 9% mais barato do que em um prédio convencional. Por isso, relatou Casado, os prédios sustentáveis são mais valorizados pelos construtores e apresentam preço mais alto. “A contrapartida vem no custo operacional. Acaba sendo mais barata a operação e ele equilibra esse custo financeiro”.

Tendência
Para Casado, as construções sustentáveis são uma tendência mundial. “A gente tem hoje, só em certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) no mundo, mais de 60 mil projetos. Então, é uma tendência muito grande e a gente percebe que esse número cresce a cada dia”.

Desde agosto de 2011, vem sendo registrado pelo menos um projeto por dia útil no Brasil, buscando certificação. Marcos Casado estimou que até o fim deste ano, o número de empreendimentos sustentáveis brasileiros em certificação alcance entre 650 e 700 unidades.

Agora, o GBC Brasil está iniciando um trabalho com a Companhia de Desenvolvimento Urbano de São Paulo para incorporar o conceito de sustentabilidade também em construções populares. Cobertura verde, aproveitamento da água pluvial, aquecimento solar e aumento do pé direito para melhoria do conforto são alguns dos itens em estudo. “Isso acaba barateando o custo operacional”.

O GBC Brasil desenvolve também o projeto da Copa Verde. Estão sendo certificados com o selo de sustentabilidade 12 estádios que se acham em reforma ou em construção nas cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014.

Outro ramo em plena expansão é o de materiais de construção sustentáveis, apontou o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio (Sinduscon-RJ), Roberto Kauffmann. “Sem dúvida alguma. A tendência mundial e aqui no Brasil seria a utilização de uma série de itens de sustentabilidade, como aquecimento solar e eólico, telhas especiais, uma série de itens que tornam a construção sustentável”, acrescentou.

Kauffmann lembrou que também a Caixa Econômica Federal, principal financiadora do setor da construção, incentiva que as empresas usem materiais sustentáveis nos empreendimentos, seja para o programa Minha Casa Minha Vida ou para os financiamentos normais.

Preocupações sociais, econômicas e ambientais

Para o coordenador do curso de graduação de arquitetura e urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-RJ), Fernando Betim, além de certificados, as construções sustentáveis precisam envolver um conjunto de ações que devem combinar preocupações sociais, ambientais e econômicas.

“Quando nos propomos a construir algo, devemos, já na escolha dos materiais e processos a serem implementados, conhecer o percurso de cada elemento que será utilizado em sua fabricação, no seu transporte, no seu manuseio, no seu consumo de energia, na sua interação construtiva, na sua manutenção e até no seu descarte”, explicou. É importante, acrescentou, que os espaços traduzam os desejos e características da identidade cultural local.

O professor da PUC-RJ deixou claro que não existe arquitetura ou materiais sustentáveis mas, sim, ações e relações humanas que se apropriam dos objetos e espaços de modo sustentável. “Quem garante a sustentabilidade é a maneira de as pessoas fazerem uso das coisas e este é o maior desafio: a mudança comportamental”, enfatizou Betim.

Fonte: Eco Desenvolvimento

 

Professor de Curitiba planeja casa sustentável e inteligente

A cidade de Curitiba está prestes a ter uma casa sustentável totalmente planejada. A casa do professor Eloy Casagrande serve como uma espécie de laboratório onde são testadas diversas alternativas sustentáveis para a construção civil.

Para a construção da casa somente as fundações foram feitas em concreto, as paredes externas parecem madeira, mas é PVC, um sistema construtivo que utiliza “woodframe”, ou seja, painéis de madeira em revestimentos internos e externos. As janelas foram feitas em laboratório, pelo uso de um eucalipto mais resistente, modificado geneticamente.

A escada que leva para o segundo andar da casa é feita de madeira reaproveitada, resíduos de uma fábrica de escadas. Sobras, do tamanho de tocos, compõem a escadaria, que se apresenta como um mosaico, formando uma estrutura que parece obra de arte.

As paredes internas duplas são feitas em madeira de reflorestamento e possuem certificado ambiental. Sua forração é toda em fibras de PET e placas de borracha provenientes de pneu reciclado.

Casagrande explica que foram usadas 30 garrafas recicladas para cada metro quadrado. No total foram retiradas do meio ambiente sete mil garrafas. Segundo o professor, a forração em PET dá uma sensação agradável para quem está dentro de casa, tanto em dias quentes quanto em dias frios.

Para fabricar uma manta de revestimento de um metro quadrado e cinco milímetros de espessura, foram utilizados três pneus o que significa que ao todo no projeto, foi evitado o descarte de 540 pneus no meio ambiente.

Um dos destaques da casa é o terraço localizado no segundo andar que é todo forrado em grama. “É um isolamento térmico-acústico. Além de beneficiar a estética da cidade – se todos os prédios tivessem um telhado verde, seria uma maravilha – absorve água e carbono, e eu reduzo a temperatura interna de 3°C a 5°C”, declarou Casagrande, em entrevista ao G1.

Ele explica que o telhado verde tem um sistema de impermeabilização especial, com técnicas avançadas. A borracha de impermeabilização é feita de restos aproveitados de solas de sapato proveniente de uma fábrica.

A casa eficiente também tem sistema de coleta de água da chuva para aproveitamento na rega e vasos sanitários. A energia também será produzida de maneira limpa e sustentável. O sol e o vento trabalharão juntos para fornecer a eletricidade necessária para o consumo, com placas solares e turbinas de energia eólica que serão instaladas no telhado. Dentro da casa, os relógios mostram a quantidade de energia gerada, consumida e excedente. Toda a energia, inclusive a extra, vai depender das condições climáticas. Em caso de sobra, o proprietário pode gerar energia para a companhia elétrica em um sistema inteligente de geração e consumo.

Para finalizar, nada melhor do que ter um veículo elétrico para chegar em casa que pode ser abastecido sob estas condições (limpas). O projeto da casa, que funciona como um laboratório, somou-se à Universidade Tecnológica Federal do Paraná no projeto do automóvel, que ainda é protótipo. A energia gerada na casa também pode alimentar o carro de maneira sustentável e gratuita.

Segundo o professor a construção desta casa sairia 20% mais cara que uma casa comum, mas ao longo dos anos a residência ficaria mais barata por causa da manutenção. Com informações do G1.

Redação Ciclo Vivo

As diferenças entre paisagismo e jardinagem

Paisagismo é a criação de projetos de áreas verdes, englobando tudo que interfere na paisagem externa às edificações, tais quais como: espaços abertos não construídos e áreas livres de circulação, lazer, recreação, preservação ambiental, entre outros. O paisagista pode utilizar inúmeros elementos construtivos: piscinas, quadras esportivas, pérgolas, quiosques, churrasqueiras, acessos e escadas, pisos, muros e iluminação, além da escolha da vegetação que melhor se adapte à iluminação e solo do local.

Jardinagem é a definição (através de projetos ou não) dos volumes, espécies vegetais, objetos decorativos e tudo mais que engloba um jardim, com espaços e funções pré-definidas.

Paisagista: quando contratar?
Por ser responsável pela análise e solução da organização dos espaços externos de um projeto, o paisagista deve ser contratado assim que o projeto da casa estiver em mãos, o que na maioria dos casos, não acontece. É muito comum o cliente procurar o profissional apenas quando a construção já está pronta ou em fase de acabamento.Nesses casos, o paisagista aproveita como pode as áreas externas, mas a relação arquiteto-paisagista não acontece e isso impossibilita o estudo conjunto para um melhor aproveitamento do terreno.

Os profissionais do paisagismo, em geral, seguem algumas etapas até chegar ao projeto definitivo:Na primeira delas é realizado um estudo preliminar, onde são levantados os dados do terreno; sua morfologia; orientação em relação ao sol, que ajudará na escolha da vegetação; tipo de solo predominante; levantamento da vegetação existente.

Também é realizada uma entrevista com o proprietário e sua família para avaliar as demais necessidades: piscina, quadras esportivas, churrasqueiras, etc.A partir disso, é feito um anteprojeto, chamado plano de massas, onde o paisagista apresenta ao cliente desenhos em planta e cortes esquemáticos (permitindo a visualização do jardim) e de acordo com a avaliação, altera ou não alguns pontos.

Depois de aprovado pelo proprietário, é realizada a última etapa, o projeto executivo, trazendo todos os detalhes da execução do jardim. É apresentado através de plantas detalhadas e contêm sugestões de materiais, equipamentos, sistemas de drenagem, irrigação e iluminação.

Separado, vem o projeto de plantio, com a especificação da vegetação e a quantidade de cada espécie. Também é fornecido um memorial de manutenção, com informações sobre época de adubação, poda e tratamento correto do solo.

Esse último projeto permite que haja um melhor andamento da obra e avaliação do jardim, permitindo inclusive, fazer orçamentos se desejar. Se for da vontade do cliente, o paisagista também pode se responsabilizar pela execução do projeto, indicando e orientando a mão-de-obra e os fornecedores de material. No entanto, este serviço é cobrado em separado, não fazendo parte do projeto. Fonte: Paisagismo Brasil

10 razões para você contratar um paisagista

Vivemos cercados de profissionais. O médico que cuida de nossa saúde, o arquiteto e o engenheiro que constroem nossas casas e por aí vai. A tarefa de criar um jardim bonito, prático e funcional também deve ser entregue a um profissional: o (a) paisagista.

1. Mais qualidade de vida
Segundo a Organização das Nacões Unidas, é preciso de pelo menos 16 m² de área verde por habitante para diminuir o estresse urbano e se ter qualidade de vida. O paisagista trará esse bem estar para sua casa ou empresa.

2. Contribuir para o meio ambiente
Apenas um exemplo: uma árvore de 15 ou 20 anos consegue absorver uma tonelada de C0². A função primordial do paisagismo é criar e valorizar áreas verdes.

3. Economia
Investir em um bom projeto de jardim pode representar no futuro menos dor de cabeça e gastos com desperdícios, retrabalhos, manutenção, calçadas quebradas, infiltrações, em função de erros na especificação de plantas, preparo de solo, entre outros.

4. Idéias criativas
O profissional pode não só atender aos seus pedidos (e dizer se são viáveis), mas também sugerir idéias novas, as quais você nem tinha imaginado.

5. Excelente terapia
O contato com a natureza e a prática de jardinagem são ótimos recursos para desacelerar, descansar a mente e só pensar em coisas boas.

6. Melhor aproveitamento da área
O que antes era um cantinho abandonado em uma casa pode se tornar um espaço a mais para desfrutar, basta criar um recanto gostoso que as pessoas terão mais vontade de ficar nele. Seja uma pequena varanda ou sacada, o quintal dos fundos da casa ou o jardim de uma chácara.

7. Bonita por dentro e por fora
A área externa é o cartão de visitas de sua casa. O que adianto investir para deixá-la bonita só por dentro?

8. Menos estresse e mais tempo
Por que se preocupar em escolher e comprar plantas, vasos ou pisos? O profissional sabe harmonizar todos esses elementos e conhece os melhores fornecedores da área, podendo ainda supervisioná-los.

9. Impulsiona vendas
Na hora da venda, uma boa impressão conta muito. Um imóvel com paisagismo bem-feito é mais valorizado e vende mais rápido, segundo pesquisa do Secovi.

10. Auxílio na construção
O paisagista pode participar desde a escolha do terreno e implantação da casa, analisando juntamente com o arquiteto a vegetação a ser preservada, a topografia do terreno e as modificações para a obra se encaixar no entorno.

Fonte de pesquisa: Revista Exteriores