Steel Frame x Alvenaria Convencional

Teste sísmico em plataforma pneumática

Teste realizado na China em ambiente controlado sobre plataforma pneumática, onde duas edificações sendo a da esquerda em Light Steel Frame e a da direita em Alvenaria sofrem a simulação de um abalo sísmico. É demonstrado o diferencial existente entre os dois sistemas construtivos no que se refere a resistência mecânica.

Este é provavelmente o aspecto em que o futuro utilizador mais rapidamente pensará ao analisar a possibilidade de construir um edifício com estrutura em aço. O fato de se usarem materiais leves, em contraste com o peso do concreto, poderá levar muitos a duvidar imediatamente da resistência desse tipo de construções.

No entanto, tal dúvida não procede, considerando que a resistência da estrutura é assegurada pelo metal. Neste sentido uma casa no sistema light steel framing não difere de qualquer outra casa de alvenaria. A resistência estrutural de qualquer casa vulgar é assegurada pelo uso de varas de ferro embutidas em pilares e lintéis de cimento. No entanto, no primeiro caso, são usados perfis e vigas de aço galvanizado com espaçamentos de 60 cm ou menos. Tomando por hipótese uma habitação de tamanho normal, tendo um piso térreo e um superior, totalizando 200 m² por exemplo, são utilizados cerca de 1.300 metros de perfis ou montantes verticais, 500 metros de vigas de piso, 500 metros de vigas de telhado e 800 metros de canais além de centenas de outros elementos metálicos essenciais.

Isto representa mais de 10 toneladas de elementos de metal de alta resistência unidos por milhares de parafusos estruturais. No entanto, neste exemplo, a casa seria muito mais leve do que uma vulgar, visto não ser necessário todo o peso do cimento ou do tijolo. Ou seja, praticamente todo o peso de uma construção LSF é proveniente do seu esqueleto metálico estrutural.

Pelo fato de não serem necessárias vigas ou colunas isoladas de apoio, todas as paredes exteriores podem ser consideradas como estrutura do edifício e por onde se reparte todo o peso das placas e andares. Assim, facilmente se compreende a extraordinária resistência sísmica destes edifícios. A inteira casa pode ser comparada a uma enorme caixa metálica reforçada por um revestimento estrutural, sendo usualmente escolhidas as placas de OSB, ou fitas metálicas de contraventamento e fechamento em placas cimentícias para esse efeito. Visto que não são empregues pontos de soldadura, são eliminados pontos frágeis de ruptura.

Colapso de edifício com estrutura em betão (português europeu) ou concreto (português brasileiro) devido a sismo, Turquia 1999.

A casa torna-se uma estrutura flexível, adaptando-se às mínimas variações do terreno, não abrindo fissuras nas paredes e sem apresentar o risco de queda de colunas ou de placas, na eventualidade de um sismo violento. Para isto também contribui o baixo peso da inteira edificação e a uniformidade na distribuição das cargas, atenuando os pontos de concentração de forças e de tensões.

Naturalmente, nem todo o tipo de aço é adequado à estrutura de um edifício ou corresponde ao exigido na legislação aplicável às estruturas com perfis enformados a frio, tal como os Eurocódigos, sendo necessário recorrer a engenharia para a escolha correta do tipo de perfis a aplicar.

Esta vantagem do light steel framing, fez disparar a construção de edifícios residenciais com estrutura em aço nos Estados Unidos, especialmente na Califórnia, na Coreia do Sul ou no Japão, visto que estas são zonas do planeta que correm graves riscos sísmico

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Os benefícios do gerenciamento de obras

Gerenciamento de Obras é um tipo de serviço de Engenharia que tem como foco fazer com que sejam cumpridos os objetivos de custo, prazo e qualidade. Evitando problemas, quanto a atrasos e aumento de custos.

Até alguns anos atrás, a atividade de gerenciamento era parte dos serviços oferecidos pelas construtoras. Porém, com o aumento da complexidade das obras, as construtoras perceberam que era preciso manter o foco na execução da obra, sua atividade fim.

A partir disso, nasceram as empresas gerenciadoras que, além de terem profissionais com elevado grau de conhecimento técnico em termos de normas, compreensão de projeto, interpretação das especificações e procedimentos de execução, contam com ferramentas e técnicas, tais como softwares e modelos de planejamento consagrados, para atingir os objetivos de cumprimento de prazos, custos e qualidade, entre outros.

As gerenciadoras, portanto, representam uma profissionalização do mercado de construção civil, ficando responsáveis por representar o cliente (dono da obra) frente às construtoras e garantindo que a obra seja executada de acordo com as necessidades do contratante. Além disso, Com um bom planejamento e gerenciamento, é possível reduzir em até 6% o custo final de um empreendimento.

O gerenciamento permite uma avaliação correta das etapas de execução, analisando prazos de entrega, tecnologias e equipamentos empregados, produtividade e, a cada passo, a avaliação do impacto no custo orçado, fazendo com que os gastos não saiam de controle. Com isso, garante-se que a obra, na fase de execução, mantenha um bom ritmo e sem sair dos trilhos, já que tudo foi planejado com antecedência, a fim de evitar os imprevistos que sempre encarecem os custos e impactam negativamente nos prazos.

É certo que sempre podem ocorrer surpresas, fora do raio de ação da gerenciadora, como longos períodos de chuvas, problemas com mão de obra, alta de preços, acidentes etc. Mas o bom gerenciamento procura prever e reduzir ao mínimo esses riscos ao mínimo.

Embora seja cada vez mais rara uma obra sem planejamento nos grandes centros urbanos, quanto mais tempo se investe nas etapas de planejamento e projeto, menores os custos e os prazos de execução da obra. Tudo isso evita que ocorram dúvidas e improvisações durante a construção, reduzindo o retrabalho, diminuindo desperdícios e a geração de entulho, tornando a obra mais sustentável do ponto de vista do meio ambiente, além de reduzir problemas com segurança do trabalho no canteiro e aumentar a qualidade das construções.

Os grandes empreendedores e as construtoras mais importantes do país já entenderam que com o planejamento e o gerenciamento de projetos e obras os resultados para seus negócios são melhores, na medida em que há racionalização na execução, resultando em um produto final de melhor qualidade.

Redução de Custos
Quando se analisam os custos nos orçamentos das construtoras, existem vários itens que encarecem o valor do produto final para o cliente contratante, entre eles, os riscos na contratação de subempreiteiros, atrasos, a bitributação (impostos que incidem sobre construtora e os fornecedores de serviços contratado por elas), taxa de administração, entre outros.

Para reduzir esses valores, a gerenciadora atua na forma de contratação, retirando do contrato com as construtoras alguns serviços que podem ser adquiridos diretamente pelo empreendedor, mas que ficarão sob a responsabilidade da construtora quanto ao cumprimento de prazos, qualidade, logística, controle de compras, etc.

Normalmente, estes serviços excluídos do contrato da construtora são os de instalações elétricas e hidráulicas, de combate a incêndio, automação, estruturas metálicas especiais, transporte vertical, e outros diversos. Assim, a gerenciadora, que tem mais tempo para fazer as contratações, pois atua desde o planejamento, pode estudar antecipadamente algumas soluções para a redução de custos desses serviços, além de ter liberdade de escolha. Com todos esses procedimentos, é possível chegar a uma redução de custo final do empreendimento de até 8%.

O importante é nunca esvaziar o contrato da construtora, pois ela deve ser a líder, sendo responsável direta por mais de 60% do valor da obra, assim como pelo canteiro geral, segurança patrimonial, controle de acessos, segurança do trabalho, logística do canteiro, compatibilização de todos os cronogramas, limpeza da obra, etc. E isso sempre com a supervisão da gerenciadora, que se torna o braço do cliente dentro da obra.

Estratégia Produtiva
A gerenciadora planeja e faz com que a forma de execução das atividades da obra atendam aos requisitos de prazo, de acordo com o cronograma, qualidade e custo do empreendimento. Isso colabora para viabilizar a estratégia produtiva da construtora, com o estabelecimento de metas e dos procedimentos necessários, de acordo com o processo de controle adotado para o empreendimento.

Dessa maneira a função da gerenciadora é planejar e coordenar todas as diferentes atividades e operações que fazem parte de uma construção. Tudo começa pelo gerenciamento e coordenação dos vários projetos, tais como o arquitetônico, o de estruturas, o de instalações elétricas e hidráulicas, entre outros. As interfaces entre esses projetos precisam ser estudadas para que na hora da execução não haja dúvidas sobre o que e como fazer, evitando improvisações, erros e retrabalhos.

Durante a execução do empreendimento, a gerenciadora irá acompanhá-lo para que sejam cumpridas todas as especificações do projeto. Tudo deve seguir uma sequência clara e lógica de etapas, com início, meio e fim, para atingir os objetivos definidos, de acordo com o prazo, custos e qualidade. Baseado num planejamento rigoroso, o gerenciamento busca antecipar problemas e imprevistos, resolvendo-os o máximo possível antes do início da fase da construção. Isso permite a racionalização e o aumento da produtividade, o que facilita o cumprimento de prazos, custos e qualidade.

Essas são as vantagens que o planejamento e o gerenciamento de obras podem trazer, pois oferecem uma visão clara entre diferentes níveis gerenciais, definindo o papel de cada envolvido no processo, reduzindo a probabilidade de erros na execução, definindo fluxos e etapas de construção, contribuindo na demarcação de padrões para o controle da obra.

por Engº Fernando Neaime

Alvará de Construção: O que é necessário para a provação?

Para iniciar o procedimento de aprovação, o profissional contratado (autor do projeto) deverá reunir os documentos necessários e proceder a verificação dos parâmetros construtivos da guia amarela (consulta para fins de construção) e dos itens do Decreto 212/07 (Anexos I e II).

O anexo I do Dec. 212/07 estabelece para cada uso os itens mínimos que deverão ser atendidos no projeto a ser submetido à aprovação.

Já o anexo II do Dec. 212/07 estabelece as orientações quanto à apresentação e conteúdo mínimo para aprovação do projeto de edificações.

Para submeter o projeto à primeira análise, o autor deverá verificar se o mesmo atende integralmente as disposições dos anexos I e II do Dec. 212/07 referente ao(s) uso(s) pretendido(s), devendo inclusive, ticar cada item disposto no decreto quanto ao atendimento.

Para os casos em que o projeto não atenda o disposto na guia amarela e/ou Decreto 212/07, o autor do projeto deverá promover a adequação do projeto.

Para os casos de usos permissíveis constantes na guia amarela ou casos omissos da legislação municipal vigente deverá primeiramente recorrer ao CMU (Conselho Municipal do Urbanismo).

Um projeto somente poderá ser submetido à análise caso atenda o disposto acima ou mediante liberação do CMU.

Os projetos que não atenderem a legislação e forem protocolados na forma de verificação de projeto serão indeferidos na triagem do setor e devolvidos sem análise do mesmo.

No procedimento de verificação de projeto, as análises anteriores (vistos, pareceres e pranchas vistadas) deverão estar obrigatoriamente anexas, sendo que para os casos da não anexação os projetos não serão analisados pela SMU (Secretaria Municipal do Urbanismo).

O autor do projeto deverá atender todos os itens solicitados na análise efetuada pela SMU antes de retornar para a próxima verificação.

Para os casos de dúvidas poderá consultar na página da Prefeitura na internet as respostas às dúvidas mais freqüentes ou o plantão técnico, conforme relação de endereços constantes na referida página.

As consultas de verificação de projetos poderão ser protocoladas e retiradas na sede da SMU e/ou Núcleos Regionais, sendo que quando se tratar de expedição de documentos (alvarás, CVCO, 2ª vias), estes deverão ser retirados no local de abrangência do imóvel.

As consultas de verificação de projetos que tiverem sua tramitação interrompida por um período superior a 6 (seis) meses, por motivos alheios a PMC, serão indeferidas e terão seu trâmite reiniciado por novo protocolo, devendo atender a legislação vigente e apresentar documentos e vistos atualizados.

Documentos Necessários
São obrigatórios os seguintes documentos para a submissão do projeto arquitetônico para a 1ª análise:

  • Requerimento: o qual deverá estar preenchido, datado e assinado;
  • Guia Amarela Atualizada ( validade 180 dias);
  • Registro de Imóveis Atualizado (VALIDADE 90 DIAS): o qual deverá ser original ou fotocópia autenticada;
  • Projeto Arquitetônico Completo: 1 (uma) via em papel sulfite;
  • Cópias dos Anexos I e II do Decreto 212/2007: referente ao uso a ser aprovado devidamente ticado quanto ao atendimento dos itens especificados no anexo I e anexo II do Dec. 212/07 e assinado ao final pelo autor do projeto
  • Diagrama de Áreas dos Pavimentos (p/residências em série, conj. Habitacional, habitação coletiva);
  • Levantamento Topográfico (p/os casos previstos no anexo II do Dec. 212/07)

Após a 1ª análise poderão ser solicitados os seguintes documentos:

  • Contrato Social com Últimas Alterações Contratuais, no caso de sociedades limitadas ou, Estatuto Social e Ata de Eleção da Diretoria, no caso de sociedades anônimas e associações;
  • Levantamento para Definição do Alinhamento (levantamento topográfico): ver no anexo II do Dec. 212/07 os casos de dispensa de apresentação;
  • Projeto Definitivo: mínimo de 2 (duas) vias plotado em papel sulfite, assinado pelo(s) proprietário(s), autor do projeto arquitetônico e responsável técnico pela execução
  • Anotação de Responsabilidade Técnica – ART – CREA: referente ao projeto arquitetônico, execução e levantamento topográfico (quando for exigido);
  • Termo de Responsabilidade para Construções: obrigatório em todos os projetos;
  • Termo de Responsabilidade Quanto ao uso e Conservação Racional da Água nas Edificações: obrigatório em todos as novas edificações;
  • Termo de Responsabilidade Quanto ao Dimensionamento de Itens da Edificação: opcionalmente nos termos do Art. 4º do Dec. 769/2004;
  • Termo de Responsabilidade Quanto ao Atendimento das Exigências do Corpo de Bombeiros: quando opcionalmente não for apresentado o visto do Corpo de Bombeiros para aprovação;
  • Termo de Responsabilidade Quanto ao Atendimento das Exigências da Vigilância Sanitária: quando opcionalmente não for apresentado o visto da Vigilância Sanitária para aprovação;
  • Vistos de Outros Orgãos Envolvidos na Aprovação: deverá ser efetuada a anexação dos pareceres e das pranchas vistadas quando da necessidade de ouvir os seguintes órgãos:
  • SMOP – OPO: quando se tratar de lote atingido por faixa não edificável de drenagem; e/ou quando na guia amarela houver omissão quanto a faixa não edificável de drenagem; e/ou quando a área impermeável do lote ultrapassar a 3.000 m²; e/ou quando a taxa de permeabilidade mínima exigida para o zoneamento não for atendida; e/ou quando se tratar de residência em série e conjuntos habitacionais nos quais possuam rua interna;
  • SMMA – MAPM: quando existirem árvores no lote ou no passeio; e/ou quando o lote for atingido por bosque; e/ou quando o lote for atingido por área de preservação permanente – APP; e/ou quando se tratar de aprovação de indústria; e/ou quando se tratar de aprovação de projetos de usos específicos (tais como: posto de abastecimento, lava car, etc. – ver Dec. 212/07).
  • Corpo de Bombeiros – C.B.; DNIT; CONCESSIONÁRIAS; COPEL; RFFSA; ALL; entre outros: quando existir informação na guia amarela referente a estes órgãos;
  • ISS (Imposto sobre Serviços): não deverá existir pendência quanto ao ISS do autor do projeto arquitetônico, do responsável técnico pela execução da obra ou construtora, cuja verificação será efetuada através do sistema da PMC, caso constatado pendência será solicitado a devida comprovação de regularização;
    Guia de Recolhimento (GR): a mesma será emitida assim que a consulta estiver apta para a aprovação, conforme tabela de taxas.

Fonte:  Prefeitura de Curitiba
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Como escolher o material adequado na hora de construir ou reformar

Construir ou reformar exige esforço e dedicação, além de significar muitos gastos, por isso é essencial saber escolher o material mais adequado para a construção.

Durante a reforma ou a construção de uma casa, uma das tarefas que exigem muitos cuidados é a compra do material. A diversidade de marcas e de produtos disponíveis no mercado pode confundir quem não tem experiência no assunto. E devido aos altos custos que envolvem as obras, muitos ficam tentados a optar pelas alternativas mais baratas. E o resultado pode surtir efeito contrário, ou seja, o barato sair muito caro.

Para evitar que isso ocorra, o primeiro passo é ter um projeto bem definido. “Para que se possa montar uma lista de material adequada. Quando se sabe exatamente o que e como será executado fica mais fácil a previsão de material”.

Outro passo importante é comprar os produtos de fornecedores de confiança, que trabalhem com materiais de qualidade, possuam compromisso de entrega e preços compatíveis com o mercado. O ideal é que essa tarefa seja feita com a ajuda de um profissional.

As razões pelas quais contar com um profissional pode garantir economia. “Quando a compra não é orientada, geralmente se gasta mais, já que o material utilizado na obra ou projeto é bem específico. Quando não há essa orientação, o consumidor acaba voltando à loja para comprar itens que faltaram quando os serviços estavam sendo executados. Também é  importante ter uma boa assessoria para evitar desperdícios. “É indicado fazer o levantamento da quantidade de material com o acompanhamento de um profissional. Se a obra for gerenciada por um engenheiro ou mestre de obra, são eles a quem o cliente deve recorrer no momento de quantificar o material”.

Mas sabe-se que há casos de obras que não contam com nenhum profissional. “Caso não haja ninguém gerenciando, os próprios profissionais que executam o trabalho, orientados pelo arquiteto, têm condições de quantificar o material que irão gastar após uma visita ao local”.

Erros comuns
Em tempos de escassez de mão de obra, esses cuidados devem ser redobrados. Até porque há materiais e acabamentos – como pastilhas e mármores mais delicados – que requerem profissionais especializados para instalá-los. “Nesse caso, é bom avaliar se há profissionais disponíveis antes de fazer um investimento alto comprando algum revestimento específico, ou aguardar a disponibilidade de um bom profissional.”

É o profissional quem vai fazer uma paginação correta dos ambientes e o levantamento da quantidade adequada para a obra, levando em consideração perdas e reposição, conforme a dimensão do material. “Quanto maior a peça, maior poderá ser a perda, caso haja muitos recortes. O tamanho dela deve ser adequado as dimensões do espaço.”

Outro erro frequente, é gastar muito com materiais caros e não orçar a mão de obra simultaneamente. “Ao final, é muito comum o cliente querer economizar em algo e acabar sobrando para a mão de obra, o que pode acarretar em danos ao material comprado ou desperdício”.

É preciso cuidado, ainda, com a empolgação, principalmente no que se refere aos revestimentos. Com o desenvolvimento de recursos tecnológicos cada vez mais avançados, há uma infinidade de opções que enchem os olhos dos consumidores que sonham com uma casa digna das revistas de decoração. “Primeiramente, tenha claro quais as suas necessidades e faça uma hierarquia do que é mais importante: função, estética, preço” etc …

Com isso em mente, é necessário conversar com o profissional responsável pela obra, contando-lhe suas prioridades. “Na loja, é bom conversar com os vendedores, pois eles sabem as características de cada material, sobretudo dos lançamentos e novidades.
E por fim, pergunte sempre como é a aplicação ou assentamento do material”.

Atenção: A Reformolar não vende material de construção.

Novos métodos construtivos ampliam capacidade do setor

Um gargalo conhecido da alvenaria artesanal, tijolo a tijolo, é a escassez de mão de obra. Em tempos de economia aquecida, construtoras concorrem com projetos públicos de infraestrutura e o aumento na demanda por empregados especializados pressiona os custos de contratação. Como resultado, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) sobe, a margem de lucro dos empreendimentos fica achatada e os imóveis para o consumidor final encarecem.

Sem esbarrar na falta de mão de obra qualificada, os sistemas industrializados de construção, como os pré-moldados, os pré-fabricados, o concreto usinado moldado in loco, racionalizam recursos humanos e são muito mais rápidos na hora de construir.
Segundo o engenheiro e gerente regional da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Ricardo Moschetti, o sistema de pré-fabricados, por exemplo, permite que lajes, vigas, paredes e escadas saiam prontas da fábrica direto para o canteiro de obras. No caso do concreto moldado in loco, a uniformidade é maior e o controle da qualidade muito mais eficaz se comparado ao sistema artesanal. “Com sistemas industrializados, o processo de construção é mais rápido e enxuto. Além de tornar racional o uso da mão de obra, a utilização desses sistemas permite o retorno antecipado do investimento, pois é acelerada a velocidade de execução do cronograma. Outros benefícios incluem a diminuição de resíduos, menor perda do concreto, facilidade no gerenciamento do projeto e o fato de os sistemas evitarem incorreções na compra de materiais”, afirma.

Métodos construtivos industrializados
Uma obra que faz uso de sistemas industrializados substitui a construção tijolo a tijolo e, diferentemente da construção artesanal, permite customização. Isso significa prever entradas e saídas para instalações hidráulicas, elétricas e de ventilação. “Veja o caso dos pré-fabricados. O material é carregado e entregue no canteiro, para montagem, reduzindo a necessidade de contratação de pessoal”, diz Moschetti.

Os sistemas industrializados podem ser aplicados em prédios multipavimentos, grandes construções ou mesmo projetos que envolvem escala, como habitações de interesse social. “Recentemente, a ABCP, em parceria com a prefeitura de São Luiz do Paraitinga – cidade a 178Km de São Paulo – e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU), conduziu um projeto para a construção de casas em concreto moldado in loco (concreto PVC – tecnologia que utiliza fôrmas em PVC), dada a urgência de erguer moradias em tempo recorde para a população desabrigada das enchentes”, informa Moschetti. O engenheiro destaca que algumas das tecnologias industrializadas permitem erguer uma casa nos padrões do “Minha Casa, Minha Vida” em três horas, com a mão de obra de três homens.

“Métodos construtivos industrializados liberam mão de obra, em vez de demandá-la nos mesmos patamares da construção artesanal. Os sistemas também ditam um ritmo acelerado do trabalho da equipe e impõe uma velocidade ao cronograma de execução do projeto, aumentando a produtividade da obra”, destaca o gerente da ABCP. Um outro ponto positivo é poder aferir, com precisão, o custo do material aplicado, haja vista a diminuição do desperdício. Fonte: Maxpress

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