Cuidados básicos na hora de construir ou reformar

07 de agosto de 2017

Vai reformar a casa em Porto Alegre?


Você tem a impressão de que a sua construção ou reforma ficará mais cara contratando empresa especializada ?

– Pedreiros que desaparecem durante a obra, após receber uma parte do pagamento;
– Trabalho dobrado em curto espaço de tempo proveniente de serviços mal feitos ou executados por pessoas que não possuem conhecimentos técnicos necessários;
– Esbanjamento de materiais causado por mal uso e por dimensionamento equivocado;
– Desperdício de tempo e dinheiro.

Então quem contratar?

Que tal contratar a Reformolar? Mas antes leia com atenção como funciona a empresa: Reformar a casa em Porto Alegre com a Reformolar, significa contratar tudo em uma só empresa. Projetos, Arquitetos, Acompanhamento Técnico, mão de obra e todos os cuidados que a sua obra precisa.

Imagine morar numa casa onde ao subir a escada você bata a cabeça na laje, descubra que para fechar a porta do banheiro é necessário ‘esconder-se’ ao lado do vaso sanitário e que todos os interruptores ficam atrás das portas. Situações incômodas como essas são evitadas quando confiamos o projeto de nossa casa a um arquiteto. Ele fará a distribuição correta dos ambientes, o planejamento da obra e a escolha adequada dos materiais.

Tarefas como cálculo estrutural e dimensionamento hidráulico e elétrico podem ser confiadas a um engenheiro civil – este profissional é mais especializado em cálculo, ao contrário do arquiteto, mais ligado na elaboração de projetos, embora ambos conheçam a construção básica em todos os aspectos.

Nesta relação, o cliente deve expor gostos pessoais e esclarecer todas as dúvidas com o arquiteto. O entrosamento entre ambos precisa ser extremamente amigável, no qual o profissional é sincero com o cliente e o cliente deve dizer tudo o que pretende do arquiteto. Tente encontrar exemplos do que você deseja em revistas de arquitetura ou decoração – essas informações vão ajudar o arquiteto a planejar a casa de seus sonhos.

Além disso, não se sinta constrangido em saber como o profissional trabalha, quais são suas habilidades, de que maneira apresenta e desenvolve os projetos, e como costuma cobrar e atender seus clientes.

As regras desta relação devem ser as mais claras desde o início. Não deixe dúvidas para depois.
Nessa trajetória, vão se desenvolvendo as fases do projeto, a saber:

-Levantamento do programa de necessidades do cliente.
-Quanto o cliente pretende investir – sim, isso é importante para que o profissional possa otimizar o projeto.
-Estudo Preliminar – primeiros estudos do arquiteto.
-Anteprojeto – proposta mais avançada da solução adotada com definições construtivas já esboçadas.
-Projeto Legal – proposta da solução adotada para ser apresentada nos órgãos competentes de aprovação.
-Pré-Executivo Básico – etapa pré-final, com definições estruturais e construtivas, e propostas de acabamentos.
-Projeto Executivo – solução final, com todas as informações necessárias à construção, com acabamentos e detalhes necessários à obra, na forma de um Memorial Descritivo.

Orçamento:
O Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) tem uma tabela de referência de honorários que sugere que o profissional cobre, pelo projeto, de 5% a 12% do valor total da obra. Alguns arquitetos costumam calcular o preço de seus projetos por metro quadrado. Quando o profissional também administra a obra, ele pode cobrar uma porcentagem sobre os gastos referentes ao material de construção ou, então, um preço fechado, que é calculado depois de se fazer uma estimativa de todo os gastos.

Há uma terceira alternativa: pagar apenas o projeto técnico e/ou responsabilidade pela execução que podem variar de acordo com a experiência do profissional. Nesse caso, o cliente fica responsável pela compra do material de construção e pela contratação da mão-de-obra.

Atenção ao contrato:
Certifique-se dos serviços e das responsabilidades que o arquiteto vai assumir. Nunca contrate um profissional sem que seja firmado um contrato no qual devem constar todos os serviços a serem prestados, tais como: informações sobre o projeto e respectivas fases; valores cobrados; forma de pagamento; e prazos de entrega.

Não deixe de acertar também os detalhes quanto à aprovação do projeto na prefeitura local. É o arquiteto quem dá entrada nessa documentação nos órgãos competentes e na maioria das vezes o cliente assume essas despesas (quando não foi incluso no preço dos serviços do profissional contratado).

Direitos do consumidor: serviços de engenharia e arquitetura
– O consumidor tem direito de exigir utilização de boa técnica e conhecer a idoneidade das empresas ou profissionais.
– Exigir por escrito informações corretas e claras dos serviços, especialmente no que diz respeito às características, composição, qualidade, preço e entrega.
– Exigir que a obra obedeça às normas técnicas e às normas legais para construção.
– Evitar contratos por acordo verbal.
– Recusar modificações do projeto e de materiais, sem acordo prévio, por escrito.
– Recusar o início da construção ou serviço sem orçamento aceito previamente.
– Recusar contrato sem a Anotação de Responsabilidade Técnica correspondente a todos os serviços.
– Exigir cópias de todos os projetos aprovados pela prefeitura e dos projetos complementares, bem como dos memoriais descritivos.
– Procurar o CREA para verificar a conduta do profissional e obter informações sobre serviços profissionais de engenharia, arquitetura e agronomia.

Agora, mãos a obra.

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